7 bandas femininas que fizeram história do grunge ao punk rock

As mulheres comandam a revolução

Bulimia, Babes, Bikini, Charlotte, 7 Year Bitch, L7, Runaways (reprodução Google Images)

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Lançamos a pergunta para os nossos seguidores no Facebook: qual banda feminina você quer ouvir aqui na Revolution Radio? As respostas vieram aos montes e nos ajudaram a montar a lista que você confere aí embaixo.

Vem curtir nossa seleção colaborativa com mulheres que fazem a diferença no punk, grunge e hardcore.

L7

Percursoras do movimento riot grrrl, que colocou as mulheres no centro do movimento punk norte-americano na década de 1990, as mulheres do L7 já apareceram na Revolution Radio com o clássico “Pretend We´re Dead”.

Com um som identificado com o grunge e o hard rock e mais de 30 anos de carreira, entre idas e vindas, a banda comandada por Donita Sparks angariou respeito na música e enorme reconhecimento dentro do movimento feminista.

Dá pra sentir um pouco da energia da banda nessa performance ao vivo de “Wargasm” aqui no Rio. Curte aí:

The Runaways

As meninas do Runaways também já deram uma palhinha por aqui. Uma das primeiras bandas de rock agressivo composta exclusivamente por mulheres, The Runaways quebrou barreiras e abriu caminho para o sucesso de importantes figuras femininas na história do rock, casos de Joan Jett e Lita Ford. “Cherry Bomb” é, até hoje, o maior sucesso da banda. Mas outras músicas também marcaram a trajetória do grupo, caso de “I love playin’ with fire”, que você confere aí embaixo.

Babes in Toyland

Estreantes aqui na Revolution Radio, as minas da Babes in Toyland fazem um grunge agressivo e cheio de energia. Liderada pela vocalista e guitarrista Kat Bjelland, a banda angariou enorme sucesso no início da década de 1990, conquistando a admiração de bandas como Sonic Youth e alimentando uma controversa rivalidade com Courtney Love e o Hole. Após um longo hiato, a banda retomou as atividades em 2014 e segue realizando turnês pelos Estados Unidos.

Na estreia do Babes in Toyland com a gente, botamos pra tocar um dos maiores sucessos da banda: “Bruise Violet”.

Bikini Kill

A Bikini Kill é a cara do movimento riot grrrl. Liderada por Kathleen Hanna (a mesma do Le Tigre e Julie Ruin), a banda colocou o feminismo no centro do palco e de suas músicas, com uma militância radical anticapitalista e a favor das mulheres. Autoras de um punk rock ágil e sem frescura, a Bikini Kill tem lugar cativo no hall do punk rock mundial.

7 Year Bitch

Mais uma representante do riot grrrl, a 7 Year Bitch construiu um histórico importante de militância contra a violência doméstica. O segundo disco da banda, Viva Zapata, é uma homenagem a Mia Zapata, amiga das integrantes do grupo que foi brutalmente estuprada e assassinada em 1993. Ouve essa pancada:

Charlotte Matou um Cara

O punk rock feminino e feminista mostra sua face no Brasil atual com bandas como a Charlotte Matou um Cara, que já apareceu na Revolution Radio berrando contra o assédio masculino.

Composta por Andrea nos vocais, Dori na bateria, Katharina no baixo e Nina na guitarra, a banda paulista acaba de lançar o seu primeiro disco, com letras provocativas e críticas ao machismo na ponta da língua. Curte esse som:

Bulimia

Banda icônica do punk rock feminista no Brasil, a Bulimia surgiu em Brasília no início da década de 1990 e conquistou reconhecimento com letras engajadas que, entre outras coisas, convocavam as mulheres a comandarem suas próprias bandas, afinal, punk rock não é só para o seu namorado. A banda encerrou suas atividades em 2001, após a trágica morte de sua baterista, mas segue inspirando mulheres que querem revolucionar com a música. Ouça esse clássico:

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