Charlotte Matou um Cara berra contra o assédio masculino

O punk feminista também mostra a cara no Brasil

Crédito: Allan Almeida, festival Hard Grrrls

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A gente fala muito sobre o riot grrrls nos Estados Unidos mas o punk feminista também dá as caras no Brasil.

As meninas da Charlotte Matou um Cara são a nova face de uma cena que já vem de muito tempo e acumula em sua história bandas lendárias, como a Bulimia, de Brasília, que fez barulho no início da década de 1990 cantando que o punk rock não é só para seu namorado.

Na São Paulo de 2017, as minas da Charlotte Matou um Cara abusam da ironia – não mexe comigo, que eu arranco o seu saco – e do discurso político para ampliar sua mensagem feminista, antifascista e anti-homofóbica para o maior número de pessoas possível.

Composta por Andrea nos gritos, Dori na bateria, Katharina no baixo e Nina na guitarra, a banda acaba de lançar o seu primeiro disco. Na faixa “A rua é um campo de batalha”, Dori berra contra o assédio masculino. Confere esse som:

A Think Olga também já desenvolveu uma importante campanha contra o assédio masculino. Clique no botão e saiba mais sobre o movimento “Chega de Fiu Fiu”.

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