Bikini Kill exalta a rebeldia feminina

Quem disse que mulher não pode ser protagonista no rock?

Foto: Foto: i-d.vice.com
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Quando o Bikini Kill subia ao palco, os homens na plateia eram convidados a se afastar e abrirem espaço para as mulheres na fila do gargarejo. Para a banda, liderada por Kathleen Hanna (a mesma do Le Tigre e Julie Ruin), o protagonismo tinha que ser feminino.

Integrante do movimento riot grrrl, que combatia o machismo no movimento punk norte-americano na década de 1990, o Bikini Kill sempre se destacou pelas letras feministas e pela performance incendiária de sua vocalista nos shows.

Maior sucesso da banda, Rebel Girl foi lançada em 1994. A faixa ironiza o preconceito e convoca as mulheres a serem exatamente quem elas são, sem julgamentos. Afinal, você pode ser sexy, lésbica, rebelde ou a rainha da vizinhança sempre que quiser e ninguém tem nada a ver com isso.Curtiu a mensagem da música? É provável que você se anime para conhecer o trabalho da AZMina. Clica no botão pra saber mais.

AzMina

Instituição sem fins lucrativos que usa a informação para combater diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras, considerando as diversidades de raça, classe e orientação sexual. A ONG mantém a publicação online Revista AZMina.

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