Sepultura e a ficção científica que se tornou realidade

Vivemos em um Slave New World?

Foto: Divulgação
Gostou? Compartilhe:

Em 1931, Aldous Huxley lançava o romance “Admirável Mundo Novo” (“Brave new world”, em inglês), uma ficção científica futurista que retratava um mundo padronizado, em que os humanos foram condicionados a aceitar um único jeito de viver e expressam uma felicidade artificializada.

Em 1992, o Sepultura implodiu o cenário do metal com Chaos AD, disco que quebrou vários paradigmas ao misturar a fúria do trash metal com percussões e batidas tribais, rompendo com padrões e categorizações musicais. A contestação já está evidente no som, mas também se destaca nas letras.

Terceira faixa do álbum, “Slave New World” é uma crítica a um mundo autoritário, onde opiniões divergentes são censuradas e dissidências são discriminadas. “Não somos escravos, somos livres”, gritava Max Cavalera. Será que somos mesmo? E até quando?

Parece que a ficção de Huxley não estava tão distante da realidade assim. Se liga no clipe e na letra do Sepultura:

Gostou? Compartilhe:

Veja também...